FLORESTAS TROPICAIS SÃO CAPAZES DE RESISTIR AO AQUECIMENTO GLOBAL

Uma nova pesquisa publicada neste domingo mostra que as florestas tropicais correm menos risco de perder sua cobertura vegetal como consequência do aquecimento global do que as previsões mais alarmistas mostravam.

NASA PLANEJA CAPTURAR ASTEROIDE E COLOCÁ-LO EM ÓRBITA DA LUA

A Nasa anunciou nesta quarta-feira o projeto de capturar um pequeno asteroide, colocá-lo em órbita da Lua e explorá-lo cientificamente.

CIENTISTAS DIZEM QUE UM COMETA, NÃO UM ASTEROIDE, CAUSOU A EXTINÇÃO DOS DINOSSAUROS

Dupla de pesquisadores afirma que o corpo celeste que atingiu o planeta era menor e mais rápido que um asteróide

NO PASSADO, AQUECIMENTO GLOBAL AUMENTOU A BIODIVERSIDADE

Em grandes escalas de tempo, aumento da temperatura favorece mais o surgimento que a extinção de espécies, segundo cientistas britânicos.

VULCÕES EXTINGUIRAM METADE DAS ESPÉCIES DA TERRA HÁ 200 MILHÕES DE ANOS

Utilizando um novo processo de datação de rochas, pesquisadores americanos relacionaram com precisão um intenso período de erupção vulcânica à extinção de cerca de metade das espécies existentes...

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Planeta mais leve fora do Sistema Solar é fotografado

Descoberta ajudará no estudo da formação e evolução de sistemas planetários

Obter imagens diretas de planetas é um processo complicado que requer o uso de diversas ferramentas. Apesar de a existência de quase mil planetas fora do Sistema Solar já ter sido confirmada, apenas cerca de uma dúzia deles já foi observada diretamente. Todos os demais foram descobertos por meio de métodos indiretos, que detectam os efeitos dos planetas na luminosidade das estrelas.


Agora, nove anos depois de o Very Large Telescope (Telescópio Muito Grande), do Observatório Europeu do Sul (ESO), localizado no Chile, ter capturado a primeira imagem de um exoplaneta (planeta fora do Sistema Solar), a mesma equipe obteve a imagem do que parece ser o mais leve destes corpos celestes já observado. A descoberta, que pode ajudar no estudo da formação e evolução de sistemas planetários, foi descrita em um artigo que será publicado no periódico Astrophysical Journal Letters.

Tecnologia – Estima-se que o planeta, denominado HD 95086 b, tenha de quatro a cinco vezes a massa de Júpiter (referência de massa para os planetas gasosos). As imagens do planeta foram obtidas com uso do Naco, instrumento de óptica adaptativa de um dos telescópios do Very Large Telescope, que permite a obtenção de imagens nítidas, corrigindo os efeitos de distorção da imagem provocados pela turbulência atmosférica.

O planeta orbita uma estrela jovem denominada HD 95086 a uma distância de aproximadamente 56 vezes a distância entre a Terra e o Sol – ou duas vezes a distância entre o Sol e Netuno. O sistema (planeta e estrela) fica a cerca de 300 anos-luz da Terra. A estrela tem a massa um pouco maior do que a do Sol e apenas 10 a 17 milhões de anos, o que a faz ser considerada uma estrela jovem.


Os pesquisadores acreditam que o planeta tenha se formado no interior do disco de gás e poeira que circunda a estrela. A instalação do SPHERE, instrumento de óptica adaptativa de segunda geração, no Very Large Telescope, prevista para o final de 2013, deve auxiliar na observação deste de outros exoplanetas.

Fonte: veja.abril.com.br

Avião solar completa terceira etapa de travessia dos EUA

A aeronave pousou nesta terça em Saint Louis, Missouri, após 21 horas de vôo

O avião Solar Impulse, primeira aeronave tripulada movida exclusivamente por energia solar, decolou do Texas (sul dos EUA) nesta segunda-feira e pousou em Saint Louis, no Missouri (região central), na terça-feira. O pouso foi feito com o uso de um hangar inflável, montado no aeroporto de Saint Louis, que havia sido devastado pelos tornados que ocorreram na região.


Esta foi a terceira das cinco etapas previstas por Bertrand Piccard e André Borschberg, criadores do avião, para atravessar os Estados Unidos. A primeira foi realizada no início de maio, com o percurso de São Francisco, Califórnia, até Phoenix, no Arizona, e a segunda ocorreu no final do mesmo mês, quando a aeronave pousou no Texas depois de um voo de 18 horas e 21 minutos que saiu de Phoenix.

Depois de deixar Missouri, a aeronave se dirigirá ao aeroporto Dulles, perto da capital Washington, em meados de junho, e finalmente, chegará ao aeroporto Kennedy de Nova York em julho.

Mais longo — O piloto Bertrand Piccard levantou voo na segunda-feira, às 4h06 do horário local (5h06 no horário de Brasília) e pousou em Saint Louis à 1h28 (2h28 de Brasília) na terça-feira. O voo de 21 horas foi o mais longo de Piccard no avião solar. A única viagem mais longa do Solar Impulse teve 26 horas de duração e foi realizada por Andre Borschberg.


Após o pouso, Piccard afirmou que a parada em St. Louis "é muito importante e simbólica" para os organizadores da travessia, pois é uma forma de prestar homenagem ao pioneiro da aviação Charles Lindbergh e seu "Spirit of St. Louis", o primeiro avião que voou de Nova York a Paris sem escalas.

O projeto – O Solar Impulse permanece exposto entre uma semana e dez dias em cada parada. Durante esse período, o público pode ver o avião e fazer perguntas aos pilotos e outros participantes do projeto. O objetivo é promover a tecnologia da aeronave, que possui 12.000 células fotovoltaicas para produzir eletricidade suficiente para carregar sua bateria de lítio de 400 quilos, necessária para alimentar os motores elétricos e a hélice de 10 cavalos de força, tanto de dia quanto à noite.


Piccard e Borschberg planejam dar a volta ao mundo em 2015 com uma versão melhorada da aeronave.

Fonte: veja.abril.com.br

Desmatamento na Mata Atlântica é o maior desde 2008

Com só 8,5% da área original, bioma perdeu mais 235 km² entre 2011 e 2012

A taxa de desmatamento da Mata Atlântica voltou a crescer e o bioma, um dos mais ameaçados do Brasil, registrou a maior destruição desde 2008. Levantamento realizado entre 2011 e 2012 mostra que no período foram destruídos 235 km² de cobertura florestal, vegetação de restinga e mangues da mata – uma área maior do que a superfície do município de Santo André, no ABC paulista.

O levantamento foi realizado pela ONG SOS Mata Atlântica e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e consta no Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, que é elaborado a partir de imagens captadas por satélites.


No último estudo, realizado entre 2010 e 2011, a taxa anual de desmatamento havia registrado a destruição de 140 km² de mata atlântica. O levantamento deste ano não conseguiu monitorar todos os 17 estados que são cobertos pelo bioma, mas a comparação entre dez estados (BA, ES, GO, MG, MS, PR, RJ, RS, SC e SP)  que foram avaliados regularmente entre 2008 e 2011 mostra que houve um crescimento de 23% no desmatamento desde 2008. Já desde o levantamento o último levantamento de 2010 e 2011, o desmatamento aumentou 29%.  

Hoje, a mata atlântica possui apenas 8,5% da sua cobertura original.

Líder – O estado líder em desmatamento, tal como ocorreu em levantamentos anteriores, continua sendo Minas Gerais. O estado, que possui uma das maiores coberturas remanescentes da mata do país (10,4% do total) foi responsável por quase metade da destruição ocorrida entre os estados que possuem o bioma: 107 km². Houve um crescimento de 70% em relação à área destruída entre 2010 e 2011. 

Em segundo lugar no ranking aparece a Bahia, que perdeu 45 km² de floresta nativa. O Piauí, que foi monitorado pela primeira vez, perdeu 26 km² e já passou a figurar no terceiro lugar do ranking.

Já o Paraná apareceu em quarto, com 20 km² perdidos no período. Segundo o levantamento, o estado se destacou negativamente no levantamento porque registrou um aumento de 50% na taxa de desmatamento com relação a 2010 e 2011. Entre os destaques positivos aparecem o Espírito Santo e Mato Grosso do Sul, que tiveram redução na taxa de desmatamento de 93% e 92% respectivamente.


Nos últimos 27 anos, a Mata Atlântica perdeu um total de 18.269 km² – área equivalente a doze cidades de São Paulo.  

Fonte: veja.abril.com.br

terça-feira, 4 de junho de 2013

Os Antóceros ( Filo Anthocerophyta )

São muito semelhantes as hepáticas, com seus talos (gametófitos) laminares, achatados que crescem rente ao solo. São caracterizados pelos esporófitos filamentares, alongados, que crescem eretos sobre os talos.



                                                          Morfologia

O esporófito deste gênero é verde, composto de um pé e uma cápsula que ficam em posição ereta, coberto por uma cutícula. A cápsula é persistente, de vida longa e produz esporos por toda a vida. Secam após a liberação dos esporos. No interior da cápsula encontramos a columela. A cápsula apresenta estômatos, porem não são funcionais. Os demais estômatos são muito semelhantes aos de angiospermas.

                           Reprodução

Os gametófitos dos antóceros (do grego Anthos = flor) assemelham-se a rosetas. Os gametófitos possuem cavidades cheias de mucilagem que abrigam algas simbiontes do gênero Nostoc. Algumas espécies possuem gametófitos unissexuados ou bissexuados. O arquegônio e o anterídio estão imersos no gametóforo, e sua superfície.



Fonte: www.infoescola.com

segunda-feira, 3 de junho de 2013

As hepáticas ( Filo Hepatophyta )

São vegetais de organização muito simples, cujos talos assemelham-se aos das algas. Um gênero muito comum é Marchantia, de talo largo, rasteiro, verde, com ramificações dicotômicas (crescimento bifurcado). Na superfície desses talos, que correspondem aos gametófitos, há dois tipos de órgãos reprodutivos:



a) conceptáculos: são pequenos cálices, no interior dos quais se originam inúmeros propágulos para a reprodução assexuada; cada um dos microscópicos propágulos, ao cair no solo, origina um novo talo, processo reprodutivo que independe da alternâncias de gerações;


b) chapéus masculinos e femininos: crescem verticalmente sobre o talo e produzem arquegônios e anterídios. Os talos são Dióicos, isto é, têm sexos separados, e correspondem ao gametófito. O ciclo reprodutor é semelhante ao dos musgos, sendo o esporófito representado por pequenos esporângios formados nos chapéus femininos, após a fecundação das oosferas no interior dos arquegônios.