FLORESTAS TROPICAIS SÃO CAPAZES DE RESISTIR AO AQUECIMENTO GLOBAL

Uma nova pesquisa publicada neste domingo mostra que as florestas tropicais correm menos risco de perder sua cobertura vegetal como consequência do aquecimento global do que as previsões mais alarmistas mostravam.

NASA PLANEJA CAPTURAR ASTEROIDE E COLOCÁ-LO EM ÓRBITA DA LUA

A Nasa anunciou nesta quarta-feira o projeto de capturar um pequeno asteroide, colocá-lo em órbita da Lua e explorá-lo cientificamente.

CIENTISTAS DIZEM QUE UM COMETA, NÃO UM ASTEROIDE, CAUSOU A EXTINÇÃO DOS DINOSSAUROS

Dupla de pesquisadores afirma que o corpo celeste que atingiu o planeta era menor e mais rápido que um asteróide

NO PASSADO, AQUECIMENTO GLOBAL AUMENTOU A BIODIVERSIDADE

Em grandes escalas de tempo, aumento da temperatura favorece mais o surgimento que a extinção de espécies, segundo cientistas britânicos.

VULCÕES EXTINGUIRAM METADE DAS ESPÉCIES DA TERRA HÁ 200 MILHÕES DE ANOS

Utilizando um novo processo de datação de rochas, pesquisadores americanos relacionaram com precisão um intenso período de erupção vulcânica à extinção de cerca de metade das espécies existentes...

domingo, 23 de junho de 2013

Morcego-listrado


  • Nome Científico:  Saccopteryx bilineata 
  • Nome Inglês:  Greater White-Lined Bat
  • Reino:  Animalia
  • Filo:  Chordata
  • Classe:  Mammalia
  • Ordem:  Chiroptera
  • Família:  Emballonuridae
  • Área de Ocorrência:  Do México ao sudeste do Brasil.
  • Hábito Alimentar:  Insetos como besouros e mariposas.
  • Dimensões:  Cerca de 6 cm de comprimento.
  • Reprodução Animal:  Uma só cria nasce na estação chuvosa.
  • Curiosidades:  Habitam troncos de árvores próximas a rios de forma linear, em número de até 27 animais alinhados, sendo mais de 60 por cento fêmeas. Para a maioria das pessoas os morcegos causam repulsa por serem chupadores de sangue e transmissores de doenças, mas não é bem assim.Das mais de 1000 espécies de morcegos que existem no mundo, apenas 3 são hematófagas, isto é, bebem sangue. O restante se alimenta de peixes, frutos, sementes, néctar e insetos. Junto com as aves, são os maiores dispersores de sementes do planeta, colaborando com a manutenção de nossas florestas.

sábado, 22 de junho de 2013

Cientistas criam mapa 3D do cérebro em alta resolução

O "Big Brain" é o mais detalhado mapa do cérebro humano já desenvolvido e contém 100.000 vezes mais dados do que uma ressonância magnética

Cientistas do Canadá e da Alemanha criaram o mais detalhado mapa do cérebro humano já desenvolvido. O modelo em 3D, que levou dez anos para ficar pronto, foi feito com base em imagens do cérebro de uma mulher que faleceu aos 65 anos. O Big Brain (Grande Cérebro), como foi denominado o projeto, tem como objetivo facilitar o estudo de doenças cerebrais, como Alzheimer e Parkinson, e poderá ser utilizado por pesquisadores do mundo todo.


O projeto foi iniciado em 2003 por pesquisadores da Universidade Heinrich Heine de Düsseldorf , na Alemanha, e da Universidade McGill em Montreal, Canadá. O Big Brain mostra os neurônios individuais e as conexões que existem entre eles e, segundo seus criadores, é 50 vezes mais detalhado do que as tentativas anteriores de mapeamento cerebral e contém 100.000 vezes mais dados do que uma ressonância magnética tradicional. O artigo que descreve o projeto foi publicado nesta sexta-feira, na revista Science.

Scanner cerebral – Para o desenvolvimento do projeto, foi escolhido o cérebro de uma doadora que não apresentava sinais de doença degenerativa ou outros danos ao órgão. O cérebro foi preservado em formol durante vários meses e depois foi meticulosamente seccionado em 7.400 fatias da espessura de um fio de cabelo (cerca de 20 micrômetros), para que nenhum detalhe fosse perdido. Todos os cortes foram digitalizados com um scanner de alta resolução e o cérebro foi reconstituído.

O resultado é um modelo anatômico das estruturas do cérebro, no qual os cientistas podem inserir informações adicionais sobre variados aspectos. Os criadores do projeto planejam colocá-lo à disposição do público através do portal CBRAIN, mediante cadastro gratuito, a fim de facilitar o trabalho de pesquisadores de todo o mundo.

"Nós elevamos o nível de percepção a uma magnitude além do que era possível na virada do século XX", afirmou Alan Evans, professor do Instituto Neurológico de Montreal, na Universidade McGill, e um dos autores do estudo. "Este conjunto de dados vai revolucionar nossa habilidade para compreender a organização interna cerebral", acrescentou.

Katrin Amunts, pesquisador da Universidade de Düsseldorf e coautor do projeto, afirma que pretende criar outros mapas no estilo do Big Brain, com o cérebro de um homem e de uma pessoa mais jovem, a fim de capturar possíveis diferenças relacionadas com o sexo e o desenvolvimento etário.

EUA – Em paralelo, cientistas dos EUA trabalham em outro mapa do cérebro humano, pensado para ajudar na cura de doenças como o Alzheimer e a epilepsia, em uma iniciativa anunciada em abril pelo presidente Barack Obama, que conta com um investimento inicial de US$ 100 milhões.


Fonte: veja.abril.com.br

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Nasa lança programa para rastrear e capturar asteroides

Agência deve contar com ajuda do governo, da indústria e de cientistas para estudar os asteroides que ameaçam a humanidade

A Nasa anunciou nesta terça-feira um novo programa focado na descoberta e estudo de asteroides que possam ameaçar a humanidade. O projeto deve contar com a ajuda de outras agências governamentais, da indústria, da comunidade científica e até de cientistas amadores.


O projeto surge como um complemento para outra missão anunciada recentemente pela Nasa, de uma nave não tripulada que irá capturar um asteroide e rebocá-lo até a órbita lunar, onde astronautas poderão estudá-lo. "A Nasa já trabalha no acompanhamento de asteroides que poderiam representar um perigo para o nosso planeta. Apesar de termos encontrado 95% dos maiores em órbita próxima à Terra, temos que detectar a todos", disse Lori Garver, administradora adjunta da Nasa.

A iniciativa faz parte de uma série de metas chamada Grandes Desafios, traçadas pela Casa Branca para estimular a inovação. "Esse Grande Desafio é focado em detectar e caracterizar asteroides e aprender a lidar com esses riscos potenciais. Nós também vamos aproveitar a participação do público, com sua capacidade de inovação, e dos cientistas amadores, para ajudar a resolver este problema global", diz Garver.

Vizinhança perigosa — Há nos arredores da Terra uma grande variedade de asteroides. A Nasa já detectou quase todos maiores que um quilômetro de diâmetro — os mais perigosos. Foi um desses, por exemplo, que causou a extinção dos dinossauros ao colidir com o planeta há 65 milhões de anos. Os cientistas afirmam que uma colisão com um destes grandes objetos é muito rara na história da Terra e nenhum dos já detectados representa um risco no futuro próximo.

Embora os grandes asteroides sejam facilmente identificáveis, detectar os menores — e mais numerosos — é mais difícil. Segundo a Nasa, há provavelmente 25.000 asteroides com pelo menos 100 metros de diâmetro ao redor da órbita terrestre, capazes de destruir até uma cidade. Desses, só foram detectados 25%.


A caça de asteroides ganhou maior evidência desde 15 de fevereiro, dia em que um destes objetos passou muito perto da Terra, e outro, de 15 metros de diâmetro, caiu na Rússia. Este último, ao se desintegrar, provocou uma onda de choque que quebrou muitas janelas e feriu centenas de pessoas.

Fonte: veja.abril.com.br

domingo, 16 de junho de 2013

Australianos desenvolvem 'olho biônico' que pode ajudar até 85% dos cegos

Dispositivo é formado por chip implantado no cérebro e óculos com câmera, processador digital e transmissor wireless. Tecnologia deve ajudar pessoas com deficiência visual causada por doenças como glaucoma, degeneração macular e retinopatia diabética. Primeiro teste em paciente será feito em 2014


Um grupo de cientistas e designers australianos desenvolveu um protótipo de "olho biônico" para devolver a visão a pessoas cegas. Os testes em pacientes começarão no próximo ano. O dispositivo é composto por óculos que captam, com a ajuda de uma câmera digital, a imagem ao redor do indivíduo e enviam esses estímulos visuais a um chip implantado no cérebro. Se os experimentos envolvendo a tecnologia correrem como o esperado, ela terá o potencial de devolver a visão a até 85% das pessoas classificadas como clinicamente cegas (com pouca visão e percepção de luz ou então sem visão alguma).

A tecnologia está sendo desenvolvida por especialistas do Grupo de Visão da Universidade Monash, na Austrália. Em seu site oficial, o grupo informa que o olho biônico está sendo desenvolvido para "pessoas com deficiência visual causada por uma série de condições, como glaucoma, degeneração macular e retinopatia diabética. Ele também pode ajudar pessoas com danos em seus nervos ópticos ou em seus olhos causados por um trauma ou uma doença."

O modelo desse olho biônico é formado por óculos e chip. Na parte da frente dos óculos, há uma câmera digital embutida que capta as imagens. Na parte interna dos óculos, existe um sensor que percebe os movimentos dos olhos e é utilizado para direcionar corretamente a câmera. Na lateral dos óculos, os especialistas inseriram um processador digital que recebe as informações visuais da câmera e as envia a um chip que deve ser inserido na parte de trás do cérebro do paciente. Esse chip, por sua vez, emite sinais elétricos ao córtex visual, que interpreta esses sinais como a visão.


"O que nós acreditamos que o paciente enxergará é uma espécie de imagem de baixa resolução, mas suficiente para identificar, por exemplo, a borda de uma mesa, a silhueta de um ente querido, um degrau na calçada ou algo do tipo", disse Mark Armstrong, professor da Universidade Monash, ao programa de rádio PM, da Australian Broadcasting Corporation (ABC).


Outros testes — Em agosto de 2012, essa mesma equipe anunciou a implantação do protótipo do que chamou de "olho pré-biônico". A abordagem consistiu em implantar eletrodos na retina de uma paciente com retinite pigmentosa degenerativa, um tipo de degeneração da retina que leva à perda da visão. A ideia era a de que os eletrodos enviassem impulsos elétricos para as células nervosas dos olhos e devolvessem parte da visão à paciente. De acordo com o grupo, esse método é adequado a pessoas com retinite pigmentosa e também degeneração macular relacionada à idade.


Fonte: veja.abril.com.br

Com ajuda do filho, físico cria 'capa de invisibilidade' barata

Com apenas 150 dólares, americano e seu filho adolescente inventam três sistemas capazes de deixar grandes objetos invisíveis


Um físico americano da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, criou três dispositivos de invisibilidade capazes de ocultar grandes objetos. De acordo com John Howell, criador da “capa de invisibilidade”, o sistema tem baixo custo, é muito simples e eficaz.

O experimento de Howell foi publicado no site Arxiv, um arquivo eletrônico para pesquisas científicas nas áreas da matemática, física, astronomia, ciência da computação, biologia quantitativa e estatística. Para criar os experimentos, Howell teve ajuda do filho Benjamin, de 14 anos de idade — o jovem também assina o estudo.

Sistema — Os três sistemas criados pelo físico buscam demonstrar que é possível criar uma capa de invisibilidade barata — e que sirva, inclusive, para objetos grandes. No estudo publicado no Arxiv, Howell explica os pontos fortes e as limitações de sua abordagem.

O primeiro dispositivo é feito com dois recipientes de acrílico em formato de L, ambos cheios de água. O segundo tem quatro lentes que custam apenas três dólares — uma ideia similar ao dispositivo criado por um grupo da Universidade Cornell. Já o terceiro dispositivo, que é familiar a muitos mágicos amadores, é feito com um conjunto de espelhos de baixo custo. O gasto total com os três sistemas foi de 150 dólares.

Sua única ressalva, dizem os autores, é que os dispositivos só funcionam quando o observador está de frente para eles. Essa limitação, no entanto, pode não ser um problema para o uso em satélites orbitando a Terra.


A área de pesquisa tradicional de John Howell é a física quântica. Mas, intrigado por alguns trabalhos sobre invisibilidade feitos recentemente, ele resolveu tentar algo fora do seu campo normal de pesquisa, com a ajuda do filho.

Fonte: veja.abril.com.br