FLORESTAS TROPICAIS SÃO CAPAZES DE RESISTIR AO AQUECIMENTO GLOBAL

Uma nova pesquisa publicada neste domingo mostra que as florestas tropicais correm menos risco de perder sua cobertura vegetal como consequência do aquecimento global do que as previsões mais alarmistas mostravam.

NASA PLANEJA CAPTURAR ASTEROIDE E COLOCÁ-LO EM ÓRBITA DA LUA

A Nasa anunciou nesta quarta-feira o projeto de capturar um pequeno asteroide, colocá-lo em órbita da Lua e explorá-lo cientificamente.

CIENTISTAS DIZEM QUE UM COMETA, NÃO UM ASTEROIDE, CAUSOU A EXTINÇÃO DOS DINOSSAUROS

Dupla de pesquisadores afirma que o corpo celeste que atingiu o planeta era menor e mais rápido que um asteróide

NO PASSADO, AQUECIMENTO GLOBAL AUMENTOU A BIODIVERSIDADE

Em grandes escalas de tempo, aumento da temperatura favorece mais o surgimento que a extinção de espécies, segundo cientistas britânicos.

VULCÕES EXTINGUIRAM METADE DAS ESPÉCIES DA TERRA HÁ 200 MILHÕES DE ANOS

Utilizando um novo processo de datação de rochas, pesquisadores americanos relacionaram com precisão um intenso período de erupção vulcânica à extinção de cerca de metade das espécies existentes...

terça-feira, 2 de abril de 2013

Fisiologia dos Répteis


Os répteis apresentam dentes bem desenvolvidos. Esses dentes podem estar firmemente implantados nos alvéolos dentários, que são cavidades nos maxilares e mandíbulas. Nas cobras, há dentes com canaletas ou canais, especializados na inoculação de veneno. Todas as espécies de répteis têm cloaca, uma abertura comum aos sistemas digestórios, excretor e reprodutor.






Como nos anfíbios, e a circulação é dupla e completa e o coração tem dois átrios e apenas um ventrículo, com septo incompleto. Nos crocodilianos, no entanto, existem dois ventrículos completamente separados. Neles não ocorre a mistura de sangue arterial e venoso no interior do coração; no entanto, essa mistura ainda ocorre, porém fora do coração, no cruzamento das duas grandes artérias que saem uma de cada ventrículo.


Os rins são do tipo metanefro, ou seja, suas unidades excretoras filtram o plasma sanguíneo, removendo dele (e não do celoma) as excretoras celulares). No grupo dos répteis há muitas espécies marinhas cujos alimentos têm grande concentração de sais. Seus rins não conseguem eliminar o excesso ingerido e, portanto, a tendência é que esses animais fiquem com o plasma sanguíneo muito concentrado. Certos mecanismos que eles apresentam corrigem o problema, auxiliando os rins na função de osmorregulação. Tartarugas e lagartos (e também muitas aves marinhas) apresentam glândulas de sal que, por meio de transporte ativo, excretam o excesso de sais ingeridos (principalmente sódio e cloro). As glândulas de sal ficam na cabeça, na região das órbitas, e seus canais eliminam o excesso de sais ao lado do globo ocular ou nas cavidades nasais. Uma confirmação dessa função é o fato de o volume dessas secreções aumentar na razão direta da ingestão de sal.

Assim como os peixes e os anfíbios, os répteis também são animais ectotérmicos (ou seja, aquecem seu corpo com o calor do ambiente). Seu metabolismo não lhes permitem uma regulação térmica corporal eficiente. Os lagartos, por exemplo, estão constantemente buscando no meio condições de temperatura compatíveis com a absorção do calor de que necessitam para a realização de suas funções vitais. Assim, em determinadas horas do dia, eles se expõem diretamente ao Sol, atingindo temperaturas internas próximas dos 40ºC; na sombra, ficam com temperaturas mais baixas e, à noite, ainda mais baixas, entre 10 a 15ªC. Pelo fato de não apresentarem mecanismos que permitem manter a temperatura corporal constante, os répteis podem também ser chamados de heterotermos (ou pecilotermos, ou poiquilotermos).

Répteis


A classe dos répteis representada por mais de 6 mil espécies atuais. Eles foram os animais terrestre dominadores na era Mesozoica, a chamada “Era dos Répteis”, que durou cerca de 180 milhões de anos e que terminou há cerca de 65 milhões de anos.



Nesse passado muito remoto da história da vida na Terra, surgiram diferentes linhas evolutivas dos chamados dinossauros (deinós = terrível, sauro = réptil), comprovadas por abundantes registros fósseis e continuamente enriquecida com novos achados. Museus, filmes, revistas e outros meios de informação divulgam com muita ênfase diversas descobertas relacionadas a esses fascinantes – e nem sempre gigantes – “monstros” do passado. Sobre os filmes que abordam essa temática, convém ressaltar que apesar de humanos e dinossauros contracenarem em diversos momentos, na realidade isso jamais ocorreu, visto que o surgimento da espécie humana só aconteceu muitos milhões de anos após a existência dos dinossauros.


Os répteis constituem uma classe de animais vertebrados tetrápodes e ectotérmicos, ou seja, não possuem temperatura corporal constante. São todos amniotas (animais cujos embriões são rodeados por uma membrana amniótica), esta característica permitiu que os répteis ficassem independentes da água para reprodução. Os répteis atuais são representados por quatro ordens: Crocodilia, Rhynchocephalia, Squamata e Testudinata.

A pele dos répteis é seca, sem glândulas mucosas, e revestida por escamas de origem epidérmica ou por placas ósseas de origem dérmica, com isso, a pele dos répteis apresenta grande resistência. Seu sistema respiratório é mais complexo se comparado com dos anfíbios. Nos répteis os sexos são distintos (macho e fêmea) e a maior parte, geralmente é ovípara.

Reprodução

Os répteis são animais de sexos separados. Como já mencionamos, a fecundação é sempre interna; a maior parte das espécies é ovípara. Há também espécies ovovivíparas; nessas por ocasião da postura, o ovo já contém um filhote praticamente formado, que logo abandona o ovo, tornando-se independente. É o caso de várias cobras peçonhentas. Muitas cobras e lagartos são vivíparos, ou seja, dão à luz filhotes já desenvolvidos. A viviparidade nessas espécies proporciona às fêmeas melhores condições de controlar a temperatura dos embriões, reduzindo seu tempo de desenvolvimento.






Dentre os lagartos há, também, espécies partenogenéticas, ou seja, em que os embriões se desenvolvem a partir de óvulos não fecundados.

Encontrado na Sibéria segundo fóssil mais antigo do cachorro moderno


Fóssil de 33.000 anos foi encontrado nas montanhas de Altai, na Sibéria

Análises do DNA de um dente fóssil de cerca de 33.000 anos recuperado na Sibéria confirmaram que ele pertenceu a um dos mais velhos ancestrais do cachorro moderno. O achado foi descrito em uma pesquisa publicada nesta quarta-feira no periódico PLoS ONE por Anna Druzhkova, do Instituto de Biologia Molecular e Celular, na Rússia.


A origem do cachorro moderno é um assunto controverso na ciência, com dados genéticos indicando uma separação entre lobos e cachorros no fim do Pleistoceno, cerca de 11.500 anos atrás. Entretanto, apenas alguns fósseis similares aos cachorros foram encontrados antes da última Era do Gelo. É ainda amplamente aceito que a domesticação do cachorro date do início do período agrícola, há cerca de 10.000 anos. Alguns estudos sugerem, no entanto, que a separação entre os cães domésticos e os lobos tenha ocorrido por volta de 100.000 anos atrás — embora o fóssil mais antigo do cachorro moderno conhecido pelo homem tenha apenas cerca de 36.000 anos.

Durante as análises, os pesquisadores descobriram que este fóssil, chamado de "cão de Altai" (em homenagem às montanhas em que foi recuperado), tem uma relação mais próxima com os cachorros modernos e canídeos pré-históricos encontrados no continente americano do que com os lobos. "Esses resultados sugerem uma história mais ancestral do cachorro fora do Oriente Médio ou do Leste da Ásia, que se acreditava anteriormente serem os possíveis locais de sua origem", dizem os pesquisadores.

A avaliação do fóssil foi feita com análise do DNA. Análises futuras poderão indicar uma data mais exata e o centro da domesticação.

Fonte: veja.abril.com.br

Ordem Urodela


Os urodelos compreende as salamandras e os tritões, com cerca de 556 espécies. Tais animais têm o corpo alongado, patas curtas e uma cauda relativamente longa. Superficialmente assemelham-se a lagartos, dos quais podem ser distinguidos pela ausência de escamas. Os caudados têm a capacidade de regenerar os membros e a cauda se estes forem decepados. As dez famílias limitam-se quase inteiramente ao Hemisfério Norte; sua ocorrência mais meridional ocorre na parte norte da América do Sul. A América do Norte e a América Central apresentam a maior diversidade de salamandras.



Os caudados têm uma pele nua e susceptível à secura. Por esse motivo, habitam zonas úmidas de florestas, perto de rios ou lagos. O seu ciclo de vida começa invariavelmente na água, mas podem depois passar a um modo de vida terrestre. Algumas espécies mantêm-se aquáticas durante toda a vida, conservando as brânquias comuns a todos os juvenis.

A maioria dos caudados são animais pequenos. A maior espécie conhecida é a salamandra-gigante, natural da China e Japão, que chega a medir 1,60 m de comprimento. Os caudados hibernam durante o Inverno.

Fonte: pt.wikipedia.org

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Ordem Anura

Os anuros são os sapos, as rãs e as pererecas. Eles são tetrápodes saltadores, de corpo curto e sem cauda. Os sapos geralmente têm duas grandes glândulas de veneno, situadas uma de cada lado da cabeça (glândulas parotoides). A secreção dessas glândulas só pode sair se elas forem comprimidas. O veneno é uma proteção contra predadores, como as cobras. Ao abocanhar um sapo, o predador pressiona essas glândulas; o veneno eliminado ataca fortemente as mucosas do predador, provocando ardência e vômitos, cuja consequência é, às vezes, a expelição do sapo vivo.



As rãs não tem glândulas parotoides, nadam melhor por causa das grandes membranas interdigitais (entre os dedos) e são mais ágeis que os sapos. Algumas espécies são aproveitadas em ranicultura, para a obtenção da carne, muito apreciada pelo sabor e pela baixa taxa de gordura, e da pele, que curtida, é aproveitada para a confecção de cintos e bolsas, por exemplo.



As pererecas, que medem entre 2 e 3 cm de comprimento, vivem sobre árvores, junto a riachos e lagoas e nas câmaras com água acumulada entre as folhas das bromélias. Elas têm pequenas ventosas adesivas nas pontas dos dedos.